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Ben Frost, Wolfgang Voigt e Paul Jebanas

No Teatro Maria Matos

Bilhetes à venda para os três concertos a partir de hoje às 15h no Teatro Maria Matos e locais habituais.

Os próximos nomes da música no Teatro Maria Matos
Em novembro e dezembro, o Teatro Maria Matos é palco de algumas estreias e de um regresso muito aguardado.
Fotos disponíveis para download aqui.
MÚSICA ★ 15 NOVEMBRO
GAS
Narkopop
7€ A 14€
Nada fazia supor que a tetralogia de GAS, que terminou em 2000 com Pop, pudesse ser prolongada e expandida. Dezassete anos depois, Wolfgang Voigt regressa surpreendentemente aos bosques da sua infância para recontar as suas memórias, cada vez mais distantes e esboroadas pelo tempo. Contudo, Narkopop é muito mais do que uma continuação: é uma versão orquestral e luxuosa dos seus antecessores, no qual o ambientalismo naturalista e o batimento subliminar do techno ganham uma moldura sinfónica que nos acorda todos os sentidos. Ao vivo, num eficaz e poderoso jogo de som e imagem, estaremos convocados para um documentário que nos atira para dentro do ecrã e da floresta.
MÚSICA ★ 12 DEZEMBRO
Ben Frost
The Centre Cannot Hold
7,5€ A 15€
Ben Frost descreve a sua nova obra como algo potencialmente transgressor e desafiador de limites, que transpira ansiedade e pode-se até rebelar contra o seu criador. A sua música continua, portanto, viva e violenta, e permanece disposta a ameaçar-nos. Tal como temos sentido na nossa sala, este confronto é encenado até ao precipício, construindo narrativas abstratas que nos sugerem imagens provocadoras, como se nada nos pudesse proteger. Tal como em Aurora, em 2015, Ben Frost regressará ao Teatro Maria Matos com a companhia visual insubstituível de MFO.
MÚSICA ★ 20 DEZEMBRO
Paul Jebanasam & Tarik Barri
Continuum
7€ A 14€
O pressuposto não podia ser mais grandiloquente: Continuum fala-nos sobre a nossa história, sobre a viagem da vida orgânica neste mundo, navegando pela imensidão do universo. Sentimos o vácuo e o silêncio, mas também as explosões e todos os organismos que construíram tudo o que hoje somos. Continuum é um imenso filme abstrato, épico e esmagador, como poucas obras de som e imagem que sobem a um palco. Uma obra-prima absoluta da eletrónica digital contemporânea e uma das melhores colaborações entre música e vídeo dos últimos anos.


Autor: inside
Data: 27/10/17


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