A PULGA ATRÁS DA ORELHA de Georges Feydeau de 27 a 31 Outubro

encenação   MARIA JOÃO LUÍS

com    HÉLDER  AGAPITO,   MARIA  JOÃO  LUÍS,  MIGUEL  SOPAS,   PAULO  DUARTE  RIBEIRO,  SÉRGIO  GOMES,   SÍLVIA  FIGUEIREDO,   TOBIAS  MONTEIRO,   VITOR  OLIVEIRA   e FILIPE GOMES,  MANUEL JANEIRO,  RITA  ARAÚJO

tradução   CUCHA  CARVALHEIRO  e  MANUELA  COUTO

cenografia  ÂNGELA ROCHA

figurinos  MARIA JOÃO LUÍS e ROSÁRIO BALBI

desenho de luz  PEDRO DOMINGOS

cabelos e maquilhagem  DAVID XAVIER

fotografia  ALÍPIO PADILHA

produção executiva  DIANA ESPECIAL

construção cenográfica    BENTO CORREIA

assistência de produção  FILIPE GOMES 

direcção de produção   PEDRO DOMINGOS

produção    TEATRO DA TERRA    M/12

A esposa Raimunda Chandebise, depois de anos de felicidade conjugal, desconfia do marido Vitor Manuel e decide testar a sua fidelidade, marcando um encontro num hotel/ bordel com uma admiradora secreta fictícia. A partir daqui, o terreno está preparado para um carrocel de equívocos, encontros, desencontros e coincidências improváveis, que fazem deste clássico vaudeville, uma agradável sátira social ao casamento e à vida da burguesia do início do século XX.

Mestre da farsa cómica-dramática, Georges Feydeau, escreve em 1907 A PULGA ATRÁS DA ORELHA e no mesmo ano a peça estreia no Théatre des Nouveautés, em Paris. Considerada como um dos maiores sucessos deste autor maior, perpetua o seu lugar no repertório da Comédie Française e de teatros de todo mundo, confirmando Feydeau como um dos maiores dramaturgos de sempre.

 

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