Janeiro no Museu Nacional da Música

PRÓXIMOS EVENTOS NO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

JOVENS SOLISTAS DA METROPOLITANA | 15 de Janeiro, 18H | Entrada Livre

PROGRAMA:

J. D. Price Intrada Dramatica (1)
Tradicional Shenandoah (arr. James Olcott) (1)
G. F. Händel Marcha da oratória Judas Maccabeus (arr. James Olcott) (1)
W. Byrd The Earle of Oxfords Marche (1)
W. A. Mozart Allegro vivace assai, 1.º and. do Quarteto de Cordas N.º 14, KV 387, (A Haydn) Primavera (2)
A. Glazunov Interludium: Moderato, 2.º and. do Quarteto para Cordas N.º 3, Op. 26, Eslavo (1888) (2)
J. Ibert Trois pièces brèves (3)
G. Ligeti Seis Bagatelas (3)

(1) Alexandra Moita (trompete), Brian Andrade (trompete), Carlos Lopes (trompete), Duarte Anjo (trompete), Maria Batista (trompete), Rafael Simões (trompete), Sara Antunes (trompete), Sérgio Cabral (trompete)

(2) Beatriz Tomás (violino), Inês Ferreira (violino), Diogo Lopes (viola), Joana Rosa (violoncelo)
(3) Diogo Soares (flauta), Nazaré Pinto Leite (oboé), Helena Gabriela (trompa), Nuno Mourão (fagote), Joana Neves (clarinete)

RECITAL DE CRAVO | 16 de Janeiro, 19H

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:

J.S. BACH
Partitas – Segunda parte do Clavier-Übung

interpretado por JOSÉ CARLOS ARAÚJO

Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

 

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta os concertos J.S.Bach – Partitas (Primeira parte do Clavier-Übung), nos próximos dias 9 e 16 de Janeiro,na interpretação de José Carlos Araújo. Os concertos terão lugar no Museu Nacional da Música, de acordo com o seguinte programa: Dia 9 de Janeiro: Parte I – Partitas I, II e IV Dia 16 de Janeiro: Parte II – Partitas III, V e VI.

JOSÉ CARLOS ARAÚJO
Apontado como «um dos mais importantes intérpretes portugueses da actualidade» (Jornal de Letras), José Carlos Araújo tem desenvolvido o seu trabalho sobretudo em torno da música para tecla de autores ibéricos do período barroco e, muito particularmente, da obra de Carlos Seixas.
Em Lisboa, estudou instrumentos históricos de tecla, baixo contínuo e interpretação de música antiga. A influência de mestres como Cremilde Rosado Fernandes e José Luis González Uriol viria a informar de forma acentuada a sua abordagem aos repertórios para instrumentos de tecla do Sul da Europa.
Colaborou com o Teatro da Cornucópia, sob a direcção de Luís Miguel Cintra. Tocou com as principais orquestras portuguesas, sendo com a orquestra barroca Divino Sospiro que tem vindo a trabalhar mais frequentemente e com a qual realizou numerosas estreias modernas de obras do séc. XVIII e gravou música de García Fajer e José Joaquim dos Santos para a editora Glossa.
José Carlos Araújo dedicou-se ainda ocasionalmente à música para órgão e cravo de autores do séc. XX, em particular Luiz de Freitas Branco, Armando José Fernandes e Clotilde Rosa, que tocou com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e o Ensemble MPMP. Com António Carrilho e Divino Sospiro, estreou obras de Nuno da Rocha para orquestra barroca, lançadas em CD em 2019 (O que será do rio?, MPMP).
Gravou para a RTP e para a Antena 2. Em 2004, foram-lhe atribuídos o Primeiro Prémio e o Prémio do Público do concurso Carlos Seixas (Sociedade Histórica da Independência de Portugal). Inaugurou a colecção discográfica Melographia Portugueza em 2012, com os primeiros CDs da gravação integral da obra para tecla de Carlos Seixas.
Licenciou-se em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras de Lisboa, de cujo Centro de Estudos Clássicos é investigador e onde tem vindo a trabalhar na tradução e estudo de autores gregos e latinos. Colabora regularmente em Euphrosyne – Revista de Filologia Clássica. Actualmente é director da revista Glosas.
Carlos Seixas – Sonatas (VIII), com lançamento previsto para Dezembro de 2019, é o 10.º CD de José Carlos Araújo e constitui a primeira gravação do cravo histórico de João Baptista Antunes de 1789, actualmente conservado na colecção instrumental do Museu Nacional da Música

 

RECITAL DE SAXOFONE E PIANO | 17 de Janeiro, 19H
A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:
Raimundo Semedo – Saxofone
Ricardo Martins – Piano
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

 

Obras de Yoshimatsu, Hindemith, Milhaud, Decruck, Tcherepnine e Muczynski

RAIMUNDO SEMEDO nasceu em 1980 em Lisboa.
Iniciou os estudos na Orquestra Ligeira da Sociedade 1ª de Agosto Santa Iriense em 1995.
Em 1998 entra para a classe do Professor José Massarrão no Conservatório Nacional de Lisboa.
Licenciado em Música (Saxofone) pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe dos Professores José Massarrão e Alberto Roque.
Estudou ainda improvisação com José Menezes e Jorge Lee.
Participou em alguns Master-Classes com José Massarrão, Claude Delangle, Richard Ducros, José Menezes, Rui Gabriel, Mário Marques, entre outros.
No percurso enquanto Professor de Saxofone passou por escolas como Academia de Amadores de Música, Academia de Santa Cecília, entre outras. Atualmente lecciona Saxofone e Música de Camara na Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha).
Enquanto instrumentista já participou em agrupamentos de géneros bastante variados, tais como Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Académica da Metropolitana, Orquestra de Jazz do Hot Clube, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, Orquestra Didáctica da Foco Musical, Ensemble de Saxofones de Lisboa, Ensemble de Saxofones do Conservatório Regional de Palmela, Orquestra de Clarinetes de Almada, Lusitanus Ensemble, entre outros…

RICARDO MARTINS concluiu, em 2014, o Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a supervisão de Jorge Moyano e Miguel Henriques.
Participou como pianista acompanhador em várias masterclasses, assim como em workshops para correpetidores com João Paulo Santos, Claudio Desderi, Jory Vinikour e Paul McCreesh (inseridos nos cursos ENOA). Participou como correpetidor em várias produções de ópera, destacando-se a ópera Ohneama de João Guilherme Ripper, com maestro Marcelo de Jesus (2016), e o Atelier de Ópera da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com A Flauta Mágica (2017-2018) e Don Giovanni (2018-2019) de Mozart, com encenação de Jorge Vaz de Carvalho e direcção de Pedro Amaral. Colaborou também na temporada 2018-2019 do Teatro Nacional de São Carlos na ópera Alceste de Gluck, com encenação de Graham Vick e direcção de Graeme Jenkins, e no Festival ao Largo 2019 com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, com direcção do maestro Andrea Sanguineti.
Participou também em masterclasses de piano e aperfeiçoamento técnico com Galina Eguiazarova, Sequeira Costa, Miklos Spaniy, Fausto Neves, Roberto Turin, Artur Pizarro, Mikhail Markov, António Rosado e Arcadi Volodos.
Lecciona, como professor acompanhador e de piano, na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Trabalha frequentemente com o Coro Gulbenkian como pianista acompanhador, e como instrumentista convidado da Orquestra Gulbenkian.
Apresentou-se em concerto com o Coral de São José e o maestro Luís Filipe Carreiro nas comemorações dos 75 anos da SATA, na Açor Arena (2016).
A solo, conta com recitais no Museu Nacional da Música, inseridos nos ciclos “À tarde no Museu” (2016 e 2017) e “Músicas do Acervo” (2017, 2018 e 2019), e também no Auditório CGD do Instituto Superior de Economia e Gestão, no contexto das comemorações dos 40 anos do Instituto Gregoriano de Lisboa.
Estreou-se com orquestra com o Concerto para Piano de Poulenc, com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, sob a direcção do maestro Vasco Azevedo.

 

FADO NO MEU CANTO | 18 de Janeiro, 18H30
Concerto de Lucília São Lourenço
*o bilhete do museu dá acesso ao concerto

 

Músicos:

Luís Oliveira – Guitarra Portuguesa

Pedro Martins – Viola Fado

Nuno Lourenço – Viola Baixo