O mais recente disco de Salvador Sobral volta a liderar o top nacional de vendas.

 

PARIS, LISBOA (link), o mais recente disco de Salvador Sobral volta a liderar o top nacional de vendas.

Disponível em todas as plataformas digitais, CD e vinil, este novo trabalho de estúdio confirma o cantor e letrista como uma voz maior, aclamado pelo público.

Maio está a ser um mês marcante para Salvador Sobral. Depois de ter actuado nos Coliseus de Lisboa e do Porto – dois concertos de casa cheia e recheados de momentos emotivos -, esta sexta-feira (dia 17) irá apresentar-se em Barcelona, no Palau da Música Catalana, uma das mais prestigiantes salas espanholas.

Segue-se uma tour internacional, com datas já anunciadas em cidades como Helsínquia, Malmö e Londres, na sua estreia no Barbican Centre a 20 de Maio de 2020.

PARIS, LISBOA é o mais recente disco de Salvador Sobral, um notável conjunto de canções que confirmam o cantor e letrista como uma voz maior ─ pelas opções musicais e estéticas; pelo cuidado na escolha das letras e nas colaborações; e sobretudo pela capacidade e enorme fôlego, com que se dá às canções. É por isso que as novas canções de Salvador Sobral já são nossas. Chegaram com a Primavera, ficaram no coração.

Editado a 29 de Março de 2019 em Portugal com o selo da Valentim de Carvalho e no resto do mundo sob a chancela da Warner Music Spain, está disponível em formato vinil, CD e digital.

PARIS, LISBOA começa com uma catarse, uma espécie de canto de libertação do que vivemos e queremos deixar livre no tempo passado. No fim, a celebração da vida e do amor de quem troca as voltas ao fado e abre o coração ao amor, quebra regras e rotinas, e goza a vida de forma alegre e esfuziante. E generosa, ao abraçar a canção de Francisca Cortesão e Afonso Cabral, em jeito de bónus.

Ao longo do disco, Salvador Sobral consolida a sua visão de música e mundo. O jazz é a sua linguagem de base, em permanente experimentação com a pop ou a música tradicional (da contaminação do cante em “Mano a Mano” ao uso do Rajão, um dos tradicionais cordofones madeirenses ou aos tambores, em “Anda Estragar-me os Planos”, ou aos ecos dos bombos de Lavacolhos em “Playing with the wind”) ou até com a música clássica.

Ao ecletismo das letras do próprio, de Fernando Pessoa, Maria do Rosário Pereira, entre outros, Salvador Sobral acrescenta uma narrativa musical dinâmica e eclética, capaz de ser comovente ou entusiasmante, com as marcas idiossincráticas da sua interpretação, a autenticidade com que partilha o microfone com a irmã Luísa Sobral ou com António Zambujo, ou se entrega ao murmurar de “La Souffleuse”…

PARIS, LISBOA é uma viagem pelos sentidos, sem tempo, princípio ou fim. Uma celebração de vida. Viajar é preciso.

ALINHAMENTO DO DISCO
1. 180, 181 (catarse)
2. Presságio
3. Cerca del Mar [vídeo]
4. Ela disse-me assim
5. Playing with the wind
6. Prometo Não Prometer (com Luísa Sobral)
7. Benjamin
8. Grandes Ilusiones
9. Mano a Mano (reprise com António Zambujo)
10. La Souffleuse
11. Paris, Tokyo II
12. Anda Estragar-me os Planos [vídeo]

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