Obras de luz originais mudam o centro histórico e a noite de Sintra

 

AURA SINTRA | 21H00 – 24H00

Entre 1 e 4 de agosto o AURA Sintra regressa ao centro histórico da vila com 10 obras de luz originais, onde se destacam o videomapping, instalações audiovisuais interativas, esculturas de luz e biomiméticas que permitem aos visitantes um percurso de espanto no espaço público.

Durante a noite, a paisagem histórica de Sintra, classificada como Património Cultural da UNESCO, entre a Volta do Duche e a Quinta da Regaleira, é transfigurada pela arte da luz, na 5.ª edição de um festival que tem trazido à vila mais de 30 mil visitantes em cada ano.

Em 2019, o AURA Sintra traz novidades, a começar no AURA Lounge, uma estrutura em cúpula com 10 metros de diâmetro que, entre 1 e 4 de agosto, apresenta uma programação de vídeo e áudio e projeções a 180 graus.

A 5.ª edição do AURA Sintra inaugura também um espaço de encontro entre os artistas e o público, nas AURA Talks, que acontecem a 3 de agosto, sábado, entre as 16h00 e as 19h00.

Entre os artistas presentes no AURA Sintra 2019 destacam-se os sintrenses Sérgio Costa (Kosuta), com a obra Criaturas Marinhas no Largo Carlos França, uma instalação audiovisual construída a partir de uma projeção com 20×20 metros; o Dj Tiago e os Vj Miguel Osório e Wize, que se apresentam no âmbito do programa COLMEIA, com curadoria de Dj Johnny.

O AURA Sintra 2019 traz também a Portugal, e pela primeira vez, GAIA, do britânico Luke Jerram, cujas obras integram a coleção do Metropolitam Museum of Art (Nova Iorque) e a Wellcome Collection (Londres) e que é mundialmente conhecido por trabalhos artísticos de grande escala no espaço público.

GAIA by Luke Jerram
Com sete metros de diâmetro, GAIA apresenta uma imagem de satélite da NASA da superfície terrestre. Uma oportunidade única para ver a Terra a flutuar a 3 dimensões.

A 5ª edição do AURA Sintra inicia um ciclo de programação artística, até 2021, dedicado à conexão entre a Arte da Luz e o Meio-Ambiente, e de como humanos e não humanos se relacionam numa multiplicidade de interdependências.

Todas as intervenções do AURA Sintra necessitam da obscuridade da noite para poderem ser vistas e apreciadas. É assim que a luz se constitui como linguagem para entender o mundo

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *