BISPO lança vídeo de “Verdadeiro”

Para comemorar uma semana em que o seu “MAIS ANTIGO” chegou ao público.

“Quem tem amigos tem tudo. E o que mais falta em casa pode encontrar-se ao sair a porta. Basta ser “Verdadeiro”

“Todos os passos do caminho fizeram-me chegar até aqui, fizeram-me ser quem sou hoje.
Mais maduro. Mais forte. Mais consciente. Mais responsável. Mais Antigo.
Fui promovido. A vida promoveu-me e hoje sinto ter o peso e a responsabilidade de dar o exemplo. Pelo menos aos meus. À minha família.
Tenho menos espaço para errar e não posso estar à espera que chova.
Vou atrás. Sempre fui. Mas agora a corrida é outra. A responsa é outra, logo a atitude também é outra. Só a mentalidade permanecerá a mema. Free!
Vou continuar como até aqui. Passo a passo. Porque sei que assim vai compensar.
Mais Antigo.”

Estas palavras do Bispo, ditas em silêncio, no novo álbum “Mais Antigo” antecedem o último tema onde se assina o agradecimento por tudo o que o rapper alcançou até hoje, “Abençoado”. E basta ver os números para perceber que é impossível, mesmo que não seja através deles que se mede o talento de um artista, não dizer que tem uma bênção de peso:

• mais de 300 mil audições por mês no Spotify (17 milhões acumuladas até há pouco tempo)
• Mais de 160 mil seguidores no YouTube
• Mais de 140 mil seguidores no Instagram
• 70 mil no Twiter

São credenciais acumuladas ao longo de um percurso genuíno e autêntico comprovado nos palcos mais diversos, em duas mixtapes, um álbum (“Mais Antigo” é o segundo) dois EP’s, muitos singles/temas que caíram no goto dos que seguem os movimentos deste Bispo no xadrez urbano. E a quem chega de forma simples e directa fazendo reviver neles os episódios que relata, as histórias que conta, as emoções que aflora.
Mas voltemos aos números. Talvez aos mais importantes de todos : 2, 7, 2, 5.
O GPS aponta para Algueirão – Mem Martins, o código postal não engana, até porque também é código genético e bandeira hasteada.
É para lá que vamos com o “Mais Antigo” a rasgar as colunas do “bote”. São 46 minutos de música divididos em 13 momentos, com produção a cargo de Holly, Lazuli, D’ay, FrankieOnTheGuitar e Benji Price, entre outros, o que lhe confere versatilidade sem nunca roubar a identidade “episcopal”.

“Sobre Mim” abre a corrida e fala sobre um xeque, quase mate, em que a rainha deixou cair o seu bispo nesse tabuleiro que é a vida.

“E a minha rainha? De repente imobilizou-me
Como é que ela olhou pa mim
Sem dizer o meu nome?
Isto é pa ficar como? A life castigou-me”

A cria ainda chora ao fundo e surge a mais antiga de todas:
“Aviola II”, segunda sentida homenagem à avó.

“Viverás eternamente comigo,
Dás-me paz, és um porto de abrigo
Quero voltar atrás, sentir-me rico
Aquilo que não se fala, hoje tou a falar contigo”

Amor, infinito. E, “Sem Limites”, também na dedicação à arte, ao rap.

“Chama-lhe prazer, fazer amor com o instrumental”

Sempre acompanhado, um caminho de irmandade, “Não Tou Sozinho”

“Mano eu tou vivo, ouve o que te digo,
Eu não tou sozinho, comigo tenho 2725

 

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