Revista “Egoísta” lança nova edição inspirada no Natal

 

 

Em plena época de celebração, a revista “Egoísta” acaba de lançar uma nova edição temática, inspirada, precisamente, no “Natal”. Propriedade da Estoril Sol, a revista que com 94 galardões é mais premiada da Europa, reencontra-se nesta quadra especial com os seus leitores, distinguindo-se, uma vez mais, pela excelência dos seus portfolios.

“Numa edição especial, a “Egoísta” chega ao tema Natal com propostas de diferente teor e recuperando algumas memórias. Ana Bárbara Pedrosa e Ana Margarida de Carvalho apostam na ficção, assim como Filipa Martins, Isabel Rio Novo, Plínio Fraga e a canto-autora Márcia que se faz acompanhar de um trabalho do ilustrador Rodrigo Prazeres Saias. Esta é uma época de partilha e a poesia ocupa um lugar de destaque com poemas de Tolentino de Mendonça e de Ary dos Santos, neste último caso optámos por o associar a um portfolio fotógrafico que recorda um Natal e a abertura do muro de Berlim de forma a permitir o encontro entre familiares das designadas duas Alemanhas. Augusto Brázio, Toma Valčiukaitė, e Ian Berry assinam os portfolios fotográficos numa alusão à época festiva. E Carla Graça conta-nos histórias de amor em formatos familiares distintos. Tomás Castro Neves convida-nos a entrar na sua casa através de um conjunto de ilustrações. Por fim, Margarida Palma apresenta sete artistas e um projeto invulgar”, revela Patricia Reis, editora da “Egoísta”.

Escreve Mário Assis Ferreira, Director da “Egoísta” no editorial da edição de “Natal”: “Foram múltiplos – talvez excessivos − os editoriais em que me debrucei sobre o conceito do Natal. Mas os conceitos, por exaustão de abordagem, consomem-se em palavras, tal como algumas palavras se esvaem em vacuidade. Daí, o paradoxo: o que me falta em palavras, sobra-me em memórias. E as memórias perduram, qual centelha que nos ilumina ao longo de uma vida semeada de tantos Natais…

“Eis, pois, que chegados a Dezembro, todos os Natais se repetem e todos eles são diferentes. De comum, há o Presépio, a árvore de Natal, a hipnose das luzes, o riso das crianças, os presentes do Pai Natal, as dádivas partilhadas em convencional retribuição, a evocação de memórias que em nós habitam numa ceia natalícia. De diferente, há a assimétrica vivência daqueles que contemporizam com a “paganização” de uma festa de Natal e a reflexão dos que evocam a liturgia do seu significado, a profundidade da sua essência, a exaltação do amor ao próximo, o apelo à solidariedade humana. Diferente, ainda, é este Natal que renasce das cicatrizes de uma pandemia que nos legou a carência de afectos, que nos deixou órfãos de abraços e ausentes de partilha”.

“Vivamos, pois, este renascido Natal com a alegria – ou a devoção – de um augúrio de circunstancial felicidade, cerzida na memória de um passado, no disfrutar de um presente, na esperança de um melhor futuro. Uma felicidade que, de tão frágil, até consente a fantasia de imaginar que o júbilo, na ingenuidade da criança, se iguala à ventura de reviver a infância no entardecer da vida. Pois o Natal não é uma data: é, sim, um estado de espírito que se abriga no coração, que nos concede a tolerância, que nos ensina o perdão, que nos inspira a consciência. Como se a tolerância do perdão fosse um Natal a acontecer em qualquer data. Como se o coração, vertido em sã consciência, fosse um perpétuo Natal. Mesmo se o mundo não fosse o que existe, mas o que pode acontecer!…”, conclui Mário Assis Ferreira.

Em mais uma edição de colecionador, a “Egoísta – Natal”, é como as restantes, é para guardar. Os leitores da revista “Egoísta” podem encontrá-la à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt

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